defloração
minha carne virgem
chora o leite derramado
pela porta que entrou
não sobrou pelo nenhum
a mata se abriu primeiro
para o feixe de músculo teso
eu tremia de tesão e medo
enquanto a espada me saindo
me entrando abissalmente
o gosto de saliva e sal
me entranhando pelos dentes
enquanto a boca do inferno
jorrava leite e mel
pelo vale vão das coxas
Gigi Mocidade
https://www.facebook.com/giginua/
através da escrita da oralidade e audiovisual - o delírio é a lira do poeta se o poeta não delira sua lira não concreta
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023
defloração
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